No entendimento do CEO Ian Cunha, o esporte sempre foi associado à performance, à competição e aos grandes eventos, mas seu potencial vai muito além das quadras, campos e arenas. O empreendedorismo no esporte surge como um campo fértil de oportunidades, impulsionado pela inovação, pela profissionalização do setor e pela crescente valorização do esporte como negócio, educação e ferramenta de desenvolvimento social.
Nesse contexto, empreender no esporte significa identificar demandas, criar soluções e gerar valor em diferentes frentes, que não se limitam à carreira de atleta. Treinadores, gestores, profissionais de saúde, comunicadores e empreendedores encontram no ecossistema esportivo um ambiente dinâmico, repleto de possibilidades de atuação e crescimento. Veja a seguir!
O esporte como ecossistema de negócios
De acordo com Ian Cunha, o setor esportivo funciona como um ecossistema complexo, que envolve muito mais do que competições e resultados. Clubes, academias, eventos, federações, escolas esportivas, startups e marcas formam uma rede interligada, na qual diferentes modelos de negócio podem prosperar.

Esse ecossistema cria oportunidades para quem consegue enxergar o esporte de forma estratégica. Áreas como gestão esportiva, marketing, tecnologia, educação física, nutrição e fisioterapia se conectam, abrindo espaço para empreendimentos que atendem tanto atletas quanto praticantes amadores e o público em geral.
Oportunidades de empreendedorismo além da carreira de atleta
A carreira esportiva competitiva costuma ser curta e restrita a poucos profissionais. Por isso, o empreendedorismo surge como alternativa viável e sustentável para quem deseja permanecer no universo esportivo, como destaca o CEO Ian Cunha. Muitos ex-atletas, por exemplo, utilizam sua experiência prática para criar negócios voltados à formação, consultoria e gestão.
Além disso, surgem oportunidades em segmentos como organização de eventos, criação de escolinhas, desenvolvimento de produtos esportivos e prestação de serviços especializados. Essas iniciativas ampliam o alcance do esporte e contribuem para sua profissionalização, gerando renda e impacto social.
Inovação e tecnologia como aliadas do empreendedor esportivo
De acordo com Ian Cunha, a tecnologia tem desempenhado papel fundamental na transformação do esporte em um campo promissor para o empreendedorismo. Soluções digitais voltadas para análise de desempenho, gestão de equipes, venda de ingressos e engajamento de torcedores ganham cada vez mais espaço no mercado.
Startups esportivas, conhecidas como sports techs, mostram como a inovação cria novos modelos de negócio. Aplicativos, plataformas online e ferramentas de monitoramento ampliam o acesso ao esporte e tornam a gestão mais eficiente, favorecendo empreendedores que investem em soluções criativas e escaláveis.
Educação, formação e negócios no esporte
A educação esportiva também se apresenta como uma área estratégica para o empreendedorismo, conforme explica Ian Cunha. Cursos, treinamentos, capacitações e conteúdos digitais voltados à formação de profissionais e praticantes atendem a uma demanda crescente por qualificação. O esporte, nesse sentido, torna-se um campo de aprendizagem contínua.
Empreendimentos ligados à educação esportiva contribuem para elevar o nível técnico do setor e gerar impacto positivo a longo prazo. Ao unir conhecimento, prática e gestão, esses negócios fortalecem o desenvolvimento do esporte e criam oportunidades sustentáveis além da competição.
Marketing esportivo e construção de marcas
Para Ian Cunha, o marketing esportivo é outro campo relevante para o empreendedorismo no esporte. Marcas, atletas e organizações buscam estratégias para se conectar com o público de forma autêntica e emocional. Nesse cenário, profissionais capazes de criar narrativas, gerir imagem e explorar canais digitais encontram amplo espaço de atuação.
A construção de marcas esportivas vai além da venda de produtos. Ela envolve valores, identidade e engajamento social. Empreendedores que compreendem essa lógica conseguem desenvolver negócios alinhados às expectativas do público e às transformações do mercado esportivo.
Impacto social e empreendedorismo esportivo
O empreendedorismo no esporte também pode ter forte impacto social. Projetos que unem esporte, educação e inclusão social geram benefícios coletivos e atraem parcerias com o setor público e privado. Nesse modelo, o lucro caminha junto com a responsabilidade social.
Na visão do CEO Ian Cunha, Negócios de impacto no esporte contribuem para o desenvolvimento humano, oferecendo oportunidades a populações vulneráveis e promovendo valores como cooperação, disciplina e respeito. Essa abordagem amplia o significado do empreendedorismo esportivo e fortalece seu papel na sociedade.
O futuro do empreendedorismo no esporte
Em conclusão, o crescimento do interesse pelo esporte, aliado às transformações tecnológicas e sociais, indica um futuro promissor para o empreendedorismo no setor. Cada vez mais, o esporte será visto como plataforma de negócios, educação e impacto social, ampliando as possibilidades de atuação profissional.
Ao enxergar o esporte como um campo de oportunidades além da competição, o empreendedor contribui para a profissionalização do setor e para o desenvolvimento da sociedade. O empreendedorismo no esporte, portanto, representa não apenas um caminho de carreira, mas uma forma de transformar a paixão em valor econômico e social.
Autor: Paula Souza
