Enquanto parlamentares de diversos partidos políticos comentam a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato, a ordem no governo do presidente Jair Bolsonaro é manter o foco na agenda reformista e no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Decisão da Justiça não se comenta. Entendimento da Justiça é debatido e solucionado na Justiça. Não é assunto de governo. O governo cuida da agenda que importa ao país. Vacina no braço, auxílio emergencial, reformas estruturantes e geração de emprego. É disso que o Brasil precisa”, disse à Jovem Pan o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).

“Fachin anula condenações de Lula e o torna elegível para 2022. E depois ainda querem prender Daniel por emitir opinião? E quem não se revolta com a impunidade e ativismo do STF? Vergonha”, escreveu o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) em sua conta no Twitter. “Fachin se fez de morto 4 anos para dar a estocada na hora certa! Pobre Brasil”, disse Marco Feliciano (Republicanos-SP).