Novo defensor público-geral da União toma posse e volta a defender mais recursos para o órgão, além do teto de gastos. Um dos desafios de Daniel Macedo é gerir um orçamento anual de R$ 580 milhões contra R$ 7 bilhões do MPF, por exemplo. Segundo colocado em uma lista tríplice submetida ao presidente da República, o nome dele foi aprovado no fim do ano passado pelo Senado. Durante a cerimônia de posse, nesta terça-feira, que contou com a presença de Jair Bolsonaro, o defensor público-geral da União cobrou verbas.

O novo defensor público-geral federal destaca que a falta de recursos prejudica a assistência jurídica gratuita à população. Ao desejar boa sorte a Daniel Macedo, o ministro da Justiça, André Mendonça, reconheceu as limitações orçamentárias. “Ao mesmo tempo agindo, ao mesmo tempo vendo todo o contexto, não só social mas também político e econômico com limitações e possibilidades.” O ministro da Justiça, André Mendonça, sempre reiterou o papel fundamental das defensorias para a população carente do país. Daniel Macedo assume a vaga de Gabriel Faria Oliveira, que concorreu à reeleição e ficou em primeiro na lista tríplice.

*Com informações da repórter Caterina Achutti