A Aliança Pró Modernização Logística de Comércio Exterior elaborou uma cartilha intitulada ‘Processo de Importação das Vacinas’, com o detalhamento das etapas para maior celeridade no fluxo de importação e liberação de cargas do imunizante contra o coronavírus. É o que explica o coordenador executivo do Procomex, John Mein. “A ideia da cartilha surgiu de dentro do aeroporto de Viracopos, originalmente. Mas decidimos não deixar isso só para a receita, então foi expandido. Reconhecemos a origem da ideia inicial. Para a gente tornar os processos de importação de vacina o mais fluído, célere e confiável possível.”

No Brasil, a imunização começou no final de janeiro e sua continuidade depende da importação das vacinas ou dos insumos necessários à sua fabricação. O gerente da Anvisa, Nériton Souza, reconhece que os procedimentos devem ser revistos pela agência. “Elas vão ser necessárias por conta do dinamismo do momento que estamos vivendo. Podem ocorrer mudanças de procedimento.” A cartilha foi elaborada por 172 técnicos e executivos de dezenas de instituições e empresas envolvidas com produção, análises, logística e distribuição de vacinas. A iniciativa envolve, além do setor privado, órgãos do Governo — como Anvisa, Receita Federal, Secex, Anac e Sefaz.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos