Segundo Eurostat, queda nos 19 países que usam o euro foi de 0,4% sobre o mês anterior, pressionada pelo forte recuo na fabricação de bens de consumo duráveis. A produção industrial da zona do euro caiu inesperadamente em setembro, pressionada pelo forte recuo na fabricação de bens de consumo duráveis, dando um tom negativo para um trimestre que havia começado forte.
A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse nesta quinta-feira (12) que a produção industrial nos 19 países que usam o euro caiu 0,4% em setembro sobre o mês anterior, com uma queda de 6,8% na base anual.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram respectivamente de aumento de 0,7% e queda de 5,8%.
O resultado também marcou o quarto mês seguido de perda de força, com o crescimento diminuindo de 12,5% em maio a 5,3% em julho, 0,6% em agosto e agora contração em setembro.
A produção de bens de consumo duráveis, como televisão e máquinas de lavar, havia sido o principal motor do crescimento nos meses anteriores, mas recuou 5,3% em setembro.
Os índices de ações recuavam de máximas em oito meses nesta quinta, com o aumento das infecções por coronavírus levantando dúvidas sobre uma recuperação econômica mais rápida. Às 7h55 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 caía 0,22%, a 1.500 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,23%, a 388 pontos.
Europa supera a marca de 300 mil mortes por Covid
Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo