Os alunos que escolhem as aulas presenciais, usam um aplicativo para responder as perguntas sobre seu estado de saúde. Estando tudo ok, o retorno é autorizado. Na entrada, a temperatura dos alunos é aferida e o álcool em gel está disponível. Os alunos também recebem um manual em formato de história em quadrinhos. A ideia é ensinar os jovens, de maneira lúdica, os protocolos de saúde na pandemia. No geral, as escolas estão se adaptam ao retorno às aulas presenciais. Com as mudanças, muitos colégios estão oferecendo aulas híbridas em os professores lecionam para os alunos presencialmente, e também, para as câmeras, que transmitem os conteúdos para os estudantes que estão remotos. Para evitar aglomeração, as escolas dividiram as turmas em três grupos. Os alunos são sempre os mesmos, e vão presencialmente uma vez a cada três dias.

O coordenador pedagógico Luciano Rosset acredita que esta medida garante a segurança dos alunos. “Nós estamos trabalhando com sistema de bolhas, no sentido que uma sala fica isolada com relação a outra sala. E uma das principais orientações, sem sombra de dúvidas, é a troca da máscara em torno de três a seis horas os alunos são orientados a trocar ou quando a máscara estiver úmida”, explica. Para a professora de inglês, Angélica Bonatti, o modelo híbrido tem funcionado bem. Nós viemos treinando um período, então hoje é bem tranquilo. Nós temos atenção para eles que estão em casa, vemos quem está aqui e quem está em casa. Então é bem tranquilo”, diz. Desde o dia 08 de setembro, as aulas presenciais estão autorizadas. No entanto, a retomada é opcional e o ensino a distância continua.

*Com informações da repórter  Caterina Achutti