Pinho de Mello diz que autoridade monetária leva a sério cumprimento de normativos para evitar que instituições cadastrem os clientes no novo sistema sem consentimento. O diretor do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, afirmou nesta terça-feira (20) que a autoridade monetária leva a sério o cumprimento dos normativos no que diz respeito a cadastramentos indevidos, sem consentimento, no PIX.
Segundo ele, há cerca de 75 milhões de CPFs cadastrados e foram recebidas apenas 30 reclamações sobre cadastros feitos sem consentimento do cliente. Pinho Mello participou nesta terça-feira (30) de live da MAG para explicar o PIX e seus benefícios para o Brasil.
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Sobre a realização de operações internacionais com o PIX, o diretor disse que antes da atuação internacional, o BC quer atualizar a lei cambial no Brasil. “Na agenda evolutiva está mais para 2023 [operações internacionais do PIX]. Nossa estratégia é fazer antes a lei cambial no Brasil”, frisou.
Ele disse que a lei e normativos cambiais do Brasil são da época da República Velha. “Primeiro queremos tratar da reforma da lei cambial para facilitar as transações cambiais e torná-las mais baratas e eficiente e ai o PIX entra internacionalmente”” ressaltou.
O diretor do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, diz que fase internacional do PIX deve vir depois de nova lei cambial.
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