Para o presidente da entidade, Silvio Pessoa, as manchetes publicadas nos veículos de comunicação são danosas ao setor, pois, se mal interpretadas, podem provocar uma fuga em massa dos turistas, prejudicando toda a cadeia produtiva

Situado no extremo sul baiano, o Parque Nacional de Abrolhos abriga uma das maiores biodiversidades do planeta. É lá onde ficam o maior banco de águas calcárias do mundo e o maior banco de recifes corais do Atlântico Sul. As jubartes que migram da gelada Antártica para praias baianas, por exemplo, escolhem o arquipélago para se reproduzir. Todo esse cenário, no entanto, pode estar ameaçado. É que a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) quer vender quatro lotes para exploração de petróleo na Bacia Camamu-Almada, próxima a Abrolhos. Uma primeira tentativa foi sustada no dia 10 de outubro, quando não apareceu nenhuma empresa para lançar um preço sobre os lotes. No entanto, a ANP continuará na tentativa de venda. Temerosos com o risco de acidentes ambientais por possíveis derramamentos de óleo, ambientalistas ligados ao movimento Conexão Abrolhos estão em alerta. Ao Bahia Notícias, o biólogo Guilherme Dutra, diretor da ONG Conservação Internacional, criticou o governo federal que desprestigiou relatórios técnicos do próprio Ibama condenando a venda dos lotes. Dutra também afirmou que a aposta no petróleo pode destruir toda a economia local, que vive da pesca e do turismo. “O petróleo é um recurso finito. Só que atividades como pesca e turismo vão ser dependentes dos recursos naturais em longuíssimo prazo”, afirma.

Três municípios baianos estão entre os dez do país com maior risco de doenças contraídas através do mosquito Aedes Aegypti. Itabuna e Itaju do Colônia, no sul, e Jaguarari, no Piemonte Norte do Itapicuru, aparecem na lista divulgada nesta terça-feira (27) pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Os Municípios de Belmonte, Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, na costa sul baiana, foram cobrados pelo Ministério Público Federal (PRF) na Bahia quanto a providências sobre as manhas de óleo. Segundo recomendação, as prefeituras precisam adotar medidas para remoção do resíduo, com limpeza das praias afetadas e recuperação do ecossistema costeiro. Segundo o procurador da República Fernando Zelada, autor da recomendação, o pedido visa conter o avanço das manchas e aplacar os danos ambientais causados pelo óleo. As manchas começaram a aparecer no litoral brasileiro há cerca de dois meses.

Uma criança morreu, nesta segunda-feira (4), após um acidente envolvendo um caminhão e um veículo de passeio no quilômetro 460 da BR-116, em Santo Estêvão. A vítima, que tinha 9 anos, estava indo para a escola em companhia do pai no momento do ocorrido.

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o acidente aconteceu por volta das 6h30. Não se sabe as circunstâncias da colisão e o estado de saúde do pai do garoto, José Roberto Gomes da silva, que foi socorrido para um hospital.

 

As informações são do site Acorda Cidade.

Realizamos recentemente o Seminário SOS Joanes 2  com o objetivo de alertar a sociedade baiana sobre a situação atual da Bacia do rio Joanes. O encontro aconteceu no auditório Jorge Calmon, na Assembleia Legislativa da Bahia. Reunimos, na ocasião, ambientalistas, técnicos, especialistas e autoridades políticas para juntos traçarmos diagnósticos e soluções para salvar o rio. 

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