11 de novembro de 2019 | 12h52

O GP do Brasil de Fórmula 1 de 2019 será disputado no próximo domingo, no autódromo de Interlagos. Com Lewis Hamilton já como campeão da temporada, a categoria vem para São Paulo no penúltimo compromisso da temporada e com a expectativa de autódromo cheio e a possibilidade de o tempo instável fazer com que a prova seja movimentada. Por isso, o Estado preparou um guia especial tanto sobre a corrida, como sobre o futuro do GP brasileiro.

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Os ingressos que ainda está disponíveis são para os seguintes setores e valem para os três dias:

Q (Reta oposta): R$ 610

Área VIP (Premium Paddock Club): R$ 16,6 mil (inclui comida e bebida)

Setores G, A, R, M e B: estão esgotados

A agenda do GP é a seguinte:

Sexta-feira: treinos livres das 11h às 12h30 e das 15h às 16h50

Sábado: treino livre das 12h às 13h e treino classificatório às 15h

Domingo: corrida com largada às 14h10

Além do site oficial da corrida, a bilheteria oficial do evento ficará aberto até sábado no shopping Market Place.

O Brasil é um mercado valioso para a Fórmula 1, por concentrar a maior audiência em TV aberta do mundo para as provas da categoria. Fora a tradição do País em formar pilotos, o autódromo de Interlagos é o único da América do Sul com licença e laudos técnicos da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) que atestam a capacidade para receber provas da categoria.

A cidade tem contrato com a Fórmula 1 até o fim de 2020. Portanto, até o próximo ano a corrida está garantida em São Paulo. A Prefeitura de São Paulo e os promotores locais querem renovar o acordo por mais dez edições. As negociações estão em andamento.

Não está definido. Mas há uma disputa com São Paulo. O Rio tem um projeto de R$ 700 milhões para erguer um autódromo em Deodoro. A cidade negocia com a Fórmula 1 para receber o GP a partir de 2021. A pista ainda não começou a ser construída, mas recentemente os promotores assinaram contrato com a MotoGP para a temporada 2022.

O principal fator é financeiro. Os novos donos da Fórmula 1, o grupo Liberty, exigem o pagamento anual de uma taxa de promoção para cada etapa. O valor varia de acordo com o país. No caso do Brasil, o valor estimado é de cerca de R$ 130 milhões para o próximo contrato. São Paulo está atrás de investidores para poder viabilizar o pagamento.

A chance existe, mas é remota. São Paulo tem contrato com a Fórmula 1 até 2020 e tenta renovar. O Rio também está interessado em receber a corrida. Caso não haja acordo, é possível, sim, o Brasil não ter etapa no calendário. A chance é pouco provável porque o País tem uma importância estratégia para a Fórmula 1 em termos de audiência e patrocinadores.

O Brasil não tem representante na Fórmula 1 desde 2017, quando Felipe Massa se despediu. Entre os motivos da ausência está a falta de categorias automobilísticas para formação de pilotos, o alto custo da modalidade e a pouca aparição de talentos nos últimos anos. Os favoritos a entrarem na F-1 nas próximas temporadas são Sérgio Sette Câmara, atualmente na Fórmula 2, e Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi.

O primeiro piloto brasileiro a ter vencido o GP do Brasil de Fórmula 1 foi Emerson Fittipaldi, em 1973. Depois dele, outros compatriotas também tiveram a mesma honra: José Carlos Pace, Nelson Piquet, Ayrton Senna e Felipe Massa (2006 e 2008).

A vitória no GP do Brasil de 2018 foi de Lewis Hamilton.

A corrida tem 71 voltas. Os pilotos percorrem ao total 305,9 km. Cada volta tem cerca de 4,3 km de extensão.

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