O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, será homenageado pela Associação Nacional de Jornais com o Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa. 

A honraria, segundo a entidade, se deve ao papel do decano do STF na defesa da democracia e do jornalismo independente.

Em abril deste ano, por exemplo, o magistrado anulou decisões da Justiça do Paraná que determinaram que a rádio Jovem Pan removesse do seu site vídeo em que o comentarista Marco Antonio Villa falava sobre os salários dos ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça). 

Em setembro, o ministro disse à colunista Mônica Bergamo, da Folha, considerar inaceitável a tentativa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de censurar uma história em quadrinhos com um beijo gay. O caso ocorreu durante a Bienal do Livro.

O prêmio será entregue na segunda-feira (11), em evento no Rio de Janeiro que acontece em meio à Conferência Digital Media LATAM, da Associação Mundial de Editores de Notícias (WAN-IFRA, na sigla em inglês). 

Celso de Mello está no Supremo desde 1989 e deve se aposentar no fim de 2020. 

Também haverá homenagem aos jornalistas Ricardo Boechat e Clóvis Rossi, que morreram em 2019. Boechat, que estava na Band, morreu aos 66 anos, vítima de um acidente de helicóptero. Decano da Redação da Folha, Rossi morreu aos 76 anos sua casa, onde se recuperava de um infarto.

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