Mudanças – O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, que deverá trocar de partido para disputar a reeleição nas eleições de outubro do próximo ano promoverá em breve novas mudanças na sua equipe de trabalho. O objetivo é entrar o novo ano com foco total nas eleições, que elegerão os novos prefeitos, vices e vereadores dos municípios brasileiros para um novo mandato a partir de 2021. Hildon, apesar de ter trocado muitos secretários ao longo dos quase três anos de administração, ainda, não está satisfeito com alguns setores da sua administração. Quem viver verá…

Mudanças II – Certamente as mudanças também teriam a ver com a possibilidade de Hildon trocar de partido para concorrer no próximo ano. Há tempos vem demonstrando que não está satisfeito com o PSDB presidido no Estado pela deputada federal Mariana Carvalho. O grupo de Hildon, que tem o ex-senador Expedito Júnior e o presidente da Assembleia Legislativa (Ale), Laerte Gomes (PSDB/Ji-Paraná), hoje sua maior liderança no Estado deverá migrar para outro partido, provavelmente o PR, comandado no Estado pelo secretário da Agricultura de Porto Velho, ex-deputado (federal e estadual), Luiz Cláudio.

MDB – Desde o período revolucionário que o MDB, depois PMDB e hoje novamente MDB teve amplo espaço junto ao eleitorado brasileiro. Em Rondônia não foi diferente e seus representantes de ponta, após a década de 90, na época com Valdir Raupp, governador e senador; sua esposa Marinha, cinco vezes seguidas deputada federal e por último Confúcio Moura, deputado federal, governador em dois mandatos e agora senador o partido sempre teve amplo domínio político no Estado, mesmo com o PT no comando do país com dois mandatos de Lula e um e meio de Dilma.

MDB – Nas eleições de 2018 o MDB de Rondônia perdeu espaço. Ficou sem Raupp no Senado, mas compensou com Confúcio. Na Câmara Federal perdeu espaço. Em 2014 elegeu três deputados federais: além de Marinha reeleita, Lindomar Garçon e Lúcio Mosquini. Já em 2018, após uma confusão generalizada na convenção, que apontou os nomes para concorrer em 2018, com o ex-presidente da Assembleia Legislativa (Ale), Maurão de Carvalho candidato ao governo, o partido só elegeu Confúcio ao Senado e reelegeu Mosquini. Vamos ver o desempenho nas eleições do próximo ano. Será testada a liderança de Confúcio, o novo “manda chuva” do MDB em Rondônia.

Audiência – A audiência pública da CPI da Energisa, realizada pela Ale em Vilhena teve que mudar de local, na última hora, com a alegação de mobilização enorme da população e o escolhido era insuficiente. Agora vem a informação que a audiência foi positiva, mas que o quórum foi muito abaixo do esperado, segundo matéria do site “Extra”, de Vilhena. Ou faltou maior divulgação sobre o tema, que está entre os mais discutidos no Estado, que é a cobrança abusiva de contas de energia elétrica pela Energisa, além de outras denúncias, como a de contadores adulterados ou o povo reclama e na hora de buscar solução se encolhe como tartaruga quando sente o perigo. Vamos aguardar a próxima reunião no interior, marcada para a próxima segunda-feira (11) em Ji-Paraná, na câmara de vereadores às 9h e no mesmo dia em Vilhena, no Teatro Municipal a partir das 18h.

Respigo

Como estamos no período de inverno amazônico, quando chove praticamente durante seis meses na região esperava-se temperaturas mais baixas em Rondônia. Hoje (5) por volta das 14h os termômetros registravam 34 graus com sensação térmica de 38 graus +++ O deputado Dr. Neidson (PMN/Guajará-Mirim) denunciou em reunião das comissões permanentes da Ale nesta segunda-feira, que há portos clandestinos operando na fronteira de Guajará-Mirim com a Bolívia. Segundo Dr. Neidson, nesses locais circulam pessoas, inclusive menores para prostituição travessia de produtos sem fiscalização dentre outras irregularidades +++ Tudo indica que o presidente Jair Bolsonaro deixará o PSL. Resta saber como ficará com o presidente em Rondônia, onde o governador Marcos Rocha e o deputado federal coronel João Chrisóstomo disputam a preferência de Bolsonaro +++ Apesar de eleitos pelo mesmo partido e trabalharem com afinco pela eleição do presidente em 2018, eles não se toleram, politicamente. Dificilmente ambos continuarão no mesmo partido para as eleições municipais do próximo ano.

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